CoLiving, a tendência da moradia compartilhada

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O CoLiving, de um modo geral, é fruto da confluência de vários fenômenos recentes da sociedade contemporânea.

Lá na origem, estão algumas iniciativas isoladas, como as famosas repúblicas de estudantes e as moradias compartilhadas, iniciativas de pessoas que dividiam seus apartamentos com outras pessoas em troca de um valor, possibilitando assim a redução dos custos individuais com a manutenção dos imóveis. Mais recentemente, surgiram iniciativas como o Airbnb, um sistema que integra pessoas interessadas em alugar imóveis ou acomodações para turistas, que buscam condições de hospedagem que caibam em seu bolso.

O conceito de economia compartilhada é ainda mais próximo do conceito de CoLiving e vem se disseminando rapidamente no mundo. Em resumo, trata-se de uma busca da substituição do modelo consumista pelo modelo de compartilhamento, uma troca da valorização do consumo, do ter, pela valorização do benefício buscado com esses bens, que podem atender a várias pessoas, reduzindo os custos individuais a partir do consumo colaborativo.

Esse conceito de moradia compartilhada se estendeu aos negócios e às diversas atividades profissionais, através de iniciativas como escritórios compartilhados, lojas colaborativas e parcerias para compartilhamento de expertise em favor da excelência em serviços, processo que vem ganhando corpo, por exemplo, no meio da advocacia.

CoLiving – Otimização, empreendimento e valores

O CoLiving é uma espécie de derivado do Cohousing, uma comunidade onde a coletividade, a solidariedade e o respeito ao meio ambiente são verdadeiros paradigmas. A diferença básica do Cohousing para o CoLiving é que no primeiro as pessoas moram em suas próprias casas. No caso do CoLiving, as pessoas alugam um quarto com banheiro e compartilham serviços e áreas comuns. É verdadeiramente uma comunidade onde as necessidades e os custos são otimizados.

A ideia, além do conceito da economia compartilhada, é promover o incentivo à convivência, à troca de experiências, até mesmo no âmbito profissional, como é o caso da Ignitions Mansion, voltada para empreendedores. Pode-se dizer que é um movimento com grande chance de se tornar irreversível e potencializar novas tendências, como a segmentação, presente na Ignitions Mansion, com empreendimentos voltados para públicos específicos, como profissionais liberais jovens e pessoas idosas. Além do que, o CoLiving tende a ser uma alternativa à escassez crescente de espaços urbanos habitáveis.

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